Max Holloway revela planos pós-UFC e descarta BKFC e Power Slap
Campeão BMF mira Do Bronx, sonha com revanche contra Topuria e já pensa no futuro fora do octógono
Max Holloway abriu o jogo com os fãs sobre o que imagina para o fim da carreira no MMA. Antes disso, porém, o foco total está no presente. Aos 34 anos, o havaiano entra no octógono no dia 7 de março para defender o cinturão BMF no evento principal do UFC 326, contra Charles Oliveira, direto da T-Mobile Arena, em Las Vegas.

E os planos de Holloway são ambiciosos. Ele quer finalizar Do Bronx, defender o BMF de forma dominante e, na sequência, buscar uma revanche contra Ilia Topuria, dessa vez valendo não só o cinturão simbólico, mas também o título linear.
Em entrevista ao UFC on TNT Sports, Holloway deixou claro o cenário ideal na cabeça dele:
“Num mundo perfeito, a gente vai lá, levanta minha mão de um jeito estiloso, faz algo inegável, cria um momento, e depois eu vou atrás do Ilia, com o cinturão BMF e o título indiscutível em jogo. Ele falou da última luta no peso pena, mas o cinturão não estava em jogo. Não fica bravo comigo, fica bravo com o UFC.”
Mesmo com o papo de futuro, aposentadoria não é algo imediato. Holloway venceu quatro das últimas cinco lutas e segue competitivo em alto nível. Ainda assim, em uma live recente, ele foi sincero sobre o que jamais pretende fazer quando pendurar as luvas.
Holloway descarta BKFC e Power Slap sem pensar duas vezes
Ao contrário de vários ex-lutadores do UFC que migraram para o Bare Knuckle Fighting Championship, Holloway foi direto ao ponto. BKFC não passa nem perto dos planos. Power Slap, então, nem se fala.
“Eu nunca vou fazer luta de boxe sem luvas. Isso é a coisa mais estúpida do mundo. Quando eu me aposentar, eu me aposentei, irmão. Talvez faça uma luta de boxe, mas sem luvas não. Isso é ridículo pra car***. Quem faz isso é de outro nível. Quem faz Power Slap, luta sem luvas… vocês são malucos. Esse negócio de tapa é no*s.”
Apesar da crítica pesada, Holloway não fecha totalmente a porta para os esportes de combate. Ele admite que um dia pode testar o boxe profissional, seguindo o caminho de nomes históricos do MMA que fizeram a transição depois do UFC.
Por enquanto, porém, o recado é claro. O foco é Do Bronx, o cinturão BMF e, quem sabe, um reencontro explosivo com Topuria valendo tudo.